Pedro Triguinho tem sido um dos porta-vozes do movimento BASTA! Foto: mediotejo.net

O deputado do PSD eleito pelo distrito de Santarém, Duarte Marques, acompanhado do líder do PSD de Torres Novas, Tiago Ferreira, esteve no fim de semana na cidade torrejana para transmitir “solidariedade política para com a luta do ‘Movimento Basta’ e, em particular, para com Pedro Triguinho”, líder deste movimento e que está a ser julgado num processo judicial movido pela empresa Fabrióleo.

Em comunicado, o parlamentar social-democrata refere já ter estado por “diversas vezes” no local, tendo referido que “constatou com os seus próprios olhos a situação de poluição mas também a responsabilidade de quem prevarica”.

Segundo defende o PSD, na mesma nota, “a alteração drástica da forma de produção desta empresa ou a sua deslocalização para um parque ambiental são os únicos caminhos possíveis para salvaguardar o meio ambiente”, sendo que, acrescenta, “a alternativa a isto só pode ser o encerramento”.

Tendo feito notar que “o PSD e os seus eleitos locais têm estado sempre do lado de uma solução que permita proteger o ambiente e salvaguardar os postos de trabalho”, Duarte Marques refere existir “um regime de conivência e proteção de interesses instalado que tem protegido e impedido que se acabe com esta situação em Torres Novas”.

“É nestes momentos que é preciso demonstrar solidariedade para com o Pedro Triguinho que tem dado a cara por todos nós e que é agora acusado por difamação, este é o momento para dizer que uma acusação a ele é uma acusação a todos nós.”

Duarte Marques que acompanha esta luta desde o início de 2015, protagonizou várias intervenções públicas e iniciativas Parlamentares relacionadas com a Ribeira Boa Água e com a poluição no concelho de Torres Novas. A leitura da sentença está marcada para esta sexta-feira, dia 22 de março, às 15:00, no Tribunal de Torres Novas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply