Foto: DR

No contexto de pandemia, e tendo em conta que a atividade desportiva é fator importante e imprescindível para o bem estar físico e mental, a escola FPKM Torres Novas nunca parou a atividade em período de confinamento e tem possibilitado de todas as formas possíveis apoiar os seu alunos, quer física quer psicologicamente, motivando-os a dar continuidade aos treinos que faziam presencialmente antes do período pandémico e de confinamento.

Neste momento, a FPKM Torres Novas ministra varias aulas semanais online , onde a componente técnica, cardio e reforço muscular é trabalhada, levando a a evolução e bem estar neste período de confinamento. As aulas contam com a orientação de Nuno Tomé, mestre e diretor técnico da escola de krav maga em Torres Novas.

Sob o mote, ‘Estar confinado não significa estar parado’, as aulas online são ministradas gratuitamente às segundas e quartas-feiras, às 20:30, e aos sábados, às 10:00.

Aulas de krav maga online em período de confinamento. Foto: FPKM

A conceção do Krav Maga, de origem militar, é a de uma luta reconhecida como arte de defesa pessoal e não como arte marcial. Não envolve provas de competição e a sua técnica visa a legítima defesa em situações de perigo real, com respostas simples, rápidas e objetivas para eventuais situações de perigo que possam ocorrer no dia a dia.

Nuno Tomé, mestre da Federação Portuguesa Krav Maga (Fpkm) e representante da Fpkm nos distritos de Santarém e de Leiria, atingiu o II nível dentro do cinto negro em 2019, sendo o único atleta a atingir este nível na região.

A residir em Vila Nova da Barquinha, Nuno Tomé é responsável técnico da escola Fpkm de Torres Novas, onde leciona, e que também é a escola pioneira do krav maga Fpkm no centro do país.

Nuno Tomé e o mestre Paulo Pereira, presidente e diretor técnico nacional da Fpkm. Foto: DR

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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