Foto: CM Torres Novas

Na sexta-feira, 2 de fevereiro, realizou-se na Câmara Municipal uma reunião com várias entidades para definir estratégias conjuntas para a prevenção contra incêndios florestais e para a execução de faixas de gestão de combustível.

Na reunião, conduzida pelo presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, estiveram presentes elementos da Guarda Nacional Republicana, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, das juntas de freguesias do concelho, bem como técnicos municipais, refere nota de imprensa.

O município recorda que segundo a Lei do Orçamento de Estado para 2018, os trabalhos de gestão de combustível devem decorrer até 15 de março. Destaca assim que “compete aos proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que a qualquer título detenham terrenos, proceder à limpeza de forma a reduzir o combustível (material vegetal e lenhoso) dificultando a propagação do fogo na horizontal e na vertical, junto de terrenos vizinhos ou habitações”.

“Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos que confinem com edifícios inseridos em espaços rurais são obrigados a proceder à gestão de combustível, numa faixa com as seguintes dimensões: largura não inferior a 50 metros, medida a partir da alvenaria exterior do edifício, sempre que esta faixa abranja terrenos ocupados com floresta, matos ou pastagens naturais; largura definida no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, com o mínimo de 10 metros e o máximo de 50 metros, medida a partir da alvenaria exterior do edifício, quando a faixa abranja exclusivamente terrenos ocupados com outras ocupações”, continua.

As coimas aplicadas pela ausência de gestão de combustível (limpeza de terrenos) nestas situações, foram aumentadas para o dobro, no ano de 2018, sendo de 280 euros a 10 mil euros no caso de pessoa singular e de 1600 euros a 120 mil euros, no caso de pessoas coletivas.

Dia 20 de fevereiro vai decorrer durante todo o dia, e por todo o concelho, uma operação conjunta entre várias entidades para registo com georreferenciação de zonas de perigo e sensibilização no âmbito da obrigatoriedade de manutenção das faixas de gestão de combustíveis junto dos proprietários dos terrenos.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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