A presidente do Coral Sinfónico de Portugal, Saraswati, foi à reunião camarária de 7 de fevereiro, quarta-feira, propor ao executivo municipal que se diminua o número de público no Teatro Virgínia para que o Coral possa ter os seus cerca de 150 elementos em palco. Questões relacionadas com as normas de segurança do edifício estão a condicionar a atuação do grupo.
Sarawati explicou que as regras de segurança do Teatro Virgínia não se ajustam ao funcionamento de um Coral Sinfónico, que precisa de ter um grande número de elementos para causar o impacto próprio da sua atuação. Estando o problema relacionado com as saídas de emergência, constatou, proporia que se limitasse o número de entradas do público para o espetáculo.
O presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, explicaria porém que o problema não se coloca apenas com as saídas de emergência mas também com o peso do palco, sendo que se propõe a presença de cerca de 150 pessoas a atuar. O responsável salientou que a questão já foi discutida várias vezes, mas que em questões de segurança não pode fechar os olhos.
O tema gerou alguma discussão entre o executivo, com a vereadora Helena Pinto (BE) a pedir o relatório da inspeção para saber exatamente o que está em causa em termos de perigosidade e segurança. Ficou decidido o presidente reunir-se com a direção do teatro e o Coral Sinfónico para procurar uma solução.
