Concerto final da XIV edição do EJIT abre a temporada do Teatro Virgínia

O Teatro Virgínia de Torres Novas acolhe este sábado, dia 14 de setembro, às 21h30, o concerto final do XIV Estágio para Jovens Instrumentistas Torrejanos (EJIT), promovido pelo Conservatório de Música Choral Phydellius.

EJIT é a sigla que os músicos torrejanos e da região bem conhecem e associam à agenda artística anual do Conservatório de Música do Choral Phydellius, um projeto longitudinal que une um grupo de associações musicais, fazendo renascer anualmente um programa de orquestra de sopros e percussão, com 70 jovens instrumentistas.

o projeto iniciado em 2005 e que cumpre a sua XIV edição tem levado a Torres Novas os mais distintos maestros portugueses e alguns europeus da atual geração, como sejam Ignacio Petit, Alberto Roque, David Fiúza, André Granjo, Fernando Marinho, Ferrer Ferran, Rafael Agulló, Pedro Neves, Jacob de Haan.

O diretor artístico de EJIT’19 é o maestro Paulo Martins, um dos valores nacionais emergentes e referenciais da direção no segmento orquestra de sopros.

O EJIT concilia a edição de um concerto público com um estágio semanal ininterrupto de 40 horas de performance em naipes e em tutti, em torno de repertórios de referência internacional.

Licenciado em Fagote pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, e mestrado na “Hochschule für Musik Karlsruhe” (Alemanha), o maestro Paulo Martins foi premiado em diversos concursos. É professor no Conservatório de Música do Porto, Diretor Artístico da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, da Associação Recreativa e Cultural –  Amigos da Branca (ARMAB) e da Academia Portuguesa de Banda (APB).

Os bilhetes têm o custo de 3€.

Mais informações em www.bol.pt

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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