No âmbito do projeto Vila Bairro Digital, o centro histórico de Torres Novas recebe a iniciativa “Animação no Coração da Vila”, com concertos ao vivo na Praça 5 de Outubro. O espetáculo deste sábado, 23 de agosto, é assegurado pela banda ‘Hematoma’ e tem início às 22h30.

Neste mês de agosto, todas as noites de sábado, o palco instalado na Praça 5 de Outubro recebe bandas que animam a cidade e dão vida às noites de verão.

Segundo a organização, a Vila Torres Novas – Bairro Digital, esta é uma excelente oportunidade para visitar o centro histórico, aproveitar as noites de verão e toda a envolvente que o coração da cidade torrejana oferece.

Torres Novas viu aprovada em 2023 a candidatura ao projeto “VILA” no âmbito da criação de um Bairro Digital Comercial no centro histórico da cidade. A candidatura, na ordem dos 600 mil euros, resulta de uma parceria entre o município de Torres Novas, a ADIRN, a NERSANT e a ACIS.

Em nota informativa, a autarquia indica que a iniciativa visa a criação de um Bairro Comercial Digital, no âmbito das linhas de apoio previstas no PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, e que, nesta fase, priorizará uma área do centro histórico de Torres Novas e arruamentos limítrofes, designada «Vila».

A candidatura visa “promover a digitalização e valorização do comércio e serviços, através de uma forte vertente digital, apoiando a transformação dos modelos de negócio e a sua digitalização, ao mesmo tempo que se enriquece a experiência do consumidor através de meios digitais”, pode ler-se na mesma nota.

O projeto visa ainda contribuir para “valorizar a dimensão do digital, das tecnologias emergentes e da ciência dos dados, colocando à disposição dos operadores económicos soluções que permitam aferir, por exemplo, tendências de compra, afluxos de clientes, sazonalidade das vendas ou outros elementos vitais à dinamização dos seus negócios e do Bairro”, acrescenta.

Programa de agosto:

16 de agosto – Trio de Ataque | 22h30

23 de agosto – Hematoma | 22h30

29 e 30 de agosto – Video Mapping | 22h

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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