Moradores perto da antiga fábrica da IFM/Platex queixam-se por questões ambientais.

O STCCMCS – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças do Sul e Regiões Autónomas e a CGTP-IN tornaram público, em comunicado, que a maioria dos trabalhadores da IFM/Platex, em Tomar, se estão a opor a uma imposição de horário laboral de 12 horas/dia.

O Sindicato refere que “a empresa nem sequer respeitou os direitos de auscultação dos representantes sindicais e dos próprios trabalhadores envolvidos”. Os trabalhadores recusam a “desregulação horária” e falam em “aumento de exploração”.

Em comunicado divulgado quer pelo STCCMCS – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças do Sul e Regiões Autónomas, quer pela CGTP-IN, é referido que os trabalhadores “foram confrontados na passada sexta-feira, dia 27 de março, com a afixação, nas instalações da empresa, de um novo horário de trabalho que os colocaria a trabalhar 12h/diárias durante três dias e 8h diárias num quarto dia, com início no próximo dia 6 de abril”.

O sindicato refere que esta é “tentativa de impor a desregulação horária, o agravamento das condições de trabalho e a impossibilidade de conciliação com a vida familiar”, frisando que “a empresa nem sequer respeitou os direitos de auscultação dos representantes sindicais e dos próprios trabalhadores envolvidos”.

No comunicado divulgado pelo sindicato, refere-se que os trabalhadores recusaram a pretensão da IFM/Platex, do Grupo Investwood, tendo realizado uma “oposição escrita”.

O sindicato refere estar em acompanhamento e apoio permanente aos trabalhadores, tendo já solicitado reunião “com caráter de urgência”, pretendendo ainda “agendar conversações com os acionistas da empresa (Grupo Investwood, com o Estado incluído) de forma a obter respostas sobre o futuro desta e de outras empresas do Grupo”, pode ler-se no documento.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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