Tomar reúne com eurodeputada Lídia Pereira em Bruxelas de olhos postos nos fundos europeus. Foto: CMT

Uma delegação de Tomar, liderada pelo presidente Tiago Carrão, reuniu-se em Bruxelas com a eurodeputada Lídia Pereira, no âmbito do Festival do New European Bauhaus. O encontro serviu para discutir habitação, regeneração urbana e o acesso a futuros fundos de financiamento da União Europeia.

Este ano, o festival europeu foi inteiramente dedicado à habitação acessível e ao envolvimento dos cidadãos na transformação dos territórios.

O encontro permitiu ao Município apresentar a Lídia Pereira a estratégia de regeneração urbana que tem em curso no concelho, bem como os projetos locais de reabilitação do património edificado e de construção de habitação pública.

Durante a reunião, foram debatidas oportunidades europeias consideradas relevantes para Tomar em três frentes distintas.

A integração do concelho em redes europeias de cidades e territórios, a participação ativa em projetos europeus;, e o acesso a instrumentos de financiamento comunitário para apoiar o investimento municipal em habitação, regeneração urbana e desenvolvimento económico.

Lídia Pereira, que é eurodeputada desde 2019, integra as comissões parlamentares dos Assuntos Económicos e Monetários e do Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar, tutelas com ligação direta às atuais prioridades do concelho de Tomar.

Este encontro estratégico reflete a política da autarquia de aproximação às instituições europeias, numa altura em que se prepara a negociação do próximo Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia (2028-2034).

Para o executivo tomarense, o posicionamento precoce junto dos centros de decisão em Bruxelas será determinante para garantir o acesso a futuras linhas de financiamento.

A comitiva nabantina, que se deslocou a Bruxelas no âmbito do Festival do New European Bauhaus, contou também com a participação de Sandra Santos, chefe de Divisão da Habitação, e de Diva Cobra, diretora do Departamento de Desenvolvimento Humano e Económico.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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