Tomar renova protocolos com freguesias para combate inicial a incêndios rurais Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

O teor dos protocolos a assinar entre a Câmara de Tomar e as Juntas de Freguesia do concelho com vista à operacionalização dos Kits de Primeira Intervenção no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) foi aprovado em reunião da Câmara Municipal.

Na sequência desta medida, expressa no Plano Municipal de Combate a Incêndios, a edilidade tem vindo a dotar as Juntas com estes Kits, que devem estar disponíveis em permanência durante o período do DECIR, nos níveis III e IV, de 1 de junho a 30 de setembro, exercendo vigilância na sua freguesia e, caso detetem alguma ignição, podendo responder de forma mais célere e eficaz, até que cheguem os reforços ao local.

Deste modo, os protocolos preveem que o Município forneça 200 litros de gasóleo por mês, por kit de 1ª intervenção, para além daquele que seja fornecido em caso de ocorrência na respetiva freguesia. A
autarquia ministrará formação anual aos elementos que operam com o Kit, em cada freguesia, os quais terão igualmente acompanhamento por parte do gabinete técnico florestal.

O município assume ainda o pagamento da água utilizada em caso de acionamento do Kit e avalia anualmente a degradação do material utilizado, apoiando a sua substituição.

O principal compromisso das Juntas será participarem em ações de vigilância móvel, na área da freguesia, quando o risco de incêndio for de nível 4 ou superior. Deverão ainda manter os Kits operacionais durante todo o período do DECIR e participar em ações de rescaldo quando tal for solicitado pelo comando das operações.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais está em vigor desde 15 de maio até 15 de outubro, com o período de maior empenhamento (Nível IV) a ocorrer de 1 de julho a 30 de setembro.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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