As coletividades do concelho de Tomar vão receber, em 2018, cerca de 480 mil euros no âmbito do Programa de Apoio ao Associativismo, aprovado na reunião de executivo camarário a 30 de abril.
O vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão (PS) reconheceu que a deliberação de atribuição de apoios atrasou-se este ano, notando que a autarquia tem vindo a fazer, de ano para ano, um esforço para fazer crescer a verba anual atribuída. “Este ano só abrimos as candidaturas em dezembro por causa das eleições, sendo que não era prudente abrir a candidatura antes”, justificou.
O autarca disse ainda que este valor por vezes “não se esgota” uma vez que muitas vezes as associações não apresentam os relatórios de atividades e, por esse motivo, não lhe é entregue a verba.
O Sport Club Operário de Cem Soldos, Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, Canto Firme, União de Tomar, TomarIniciativas e Sporting de Tomar são as coletividades que vão receber mais dinheiro da autarquia.
O Programa de Apoio ao Associativismo contempla 253 161,75 euros destinados à atividade regular (a distribuir por 51 entidades) 235 092,37 euros de apoio à realização de eventos e projetos (para 50 coletividades) e 2.000 euros para 10 coletividades por terem a porta aberta.
As coletividades que recebem maior subsídio são o Sport Club Operário de Cem Soldos (60 371,00 €), Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (38 625,00 €), Canto Firme de Tomar (21 780,00 €) União de Tomar (15 886,50 €), TomarIniciativas (11 287,50 €) e Sporting Clube de Tomar – 11 014,10 €.
Os vereadores Francisco Madureira e Célia Bonet (PSD) ausentaram-se no momento da votação, por incompatibilidade já que integram os corpos sociais de algumas associações.
