Foto: Américo Costa/Aqua Tomar

A a Comissão Política Nacional da Juventude Social Democrata (JSD) visita o rio Nabão, em Tomar, esta segunda-feira, Dia Mundial da Água, defendendo a “poluição zero” nos rios do país. A JSD indica que o objetivo da visita é ” chamar à atenção para os problemas de poluição persistente neste rio, bem como em outros rios em todo o país”, referindo o caso concreto do Nabão pelo facto de continuar a ser, ao longo de décadas, alvo de descargas poluentes recorrentes.

“Nos últimos anos têm sido recorrentes os casos de poluição no rio Nabão, em Tomar, com espuma abundante e mau cheiro a invadirem a água, sendo que, na maioria das vezes, os efeitos são visíveis no seguimento de dias de chuva intensa”, pode ler-se em comunicado.

O presidente da JSD, Alexandre Poço, defende que tal situação «deve ser investigada quanto às suas fontes e deve ser resolvida para que o rio Nabão volte a ser sinónimo de bem-estar, sustentabilidade e beleza natural», afirma.

Alexandre Poço afirma que “o país deve ter como meta a curto prazo alcançar a poluição zero nos nossos rios», considerando que “a valorização da água é fundamental para o modelo de desenvolvimento sustentável que defendemos para o futuro do país”.

Com esta iniciativa, a partir das 12h00 em Tomar, no dia 22 de março, Dia Mundial da Água, a JSD pretende dar seguimento ao objetivo desta efeméride, sensibilizando os líderes políticos e a sociedade civil para a conservação deste bem natural, precioso e escasso.

O tema de 2021 é «Valorizar a água», pretendendo-se alertar para as consequências negativas do crescimento populacional, do aumento do seu uso na agricultura e na indústria e das alterações climáticas na preservação da água.

Este dia foi proclamado através da resolução 47/193 da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 22 de dezembro de 1992.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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