Igreja de Santa Maria dos Olivais, Tomar. Foto CIMT

O turismo começa a dar sinais, após as primeiras fases de desconfinamento, sendo que um total de 468 pessoas visitou, entre os dias 18 e 31 de maio, os espaços museológicos e patrimoniais da responsabilidade do Município de Tomar. Segundo a autarquia, os espaços mais visitados neste primeiro período de reabertura foram a igreja de Santa Maria do Olival e a Sinagoga.

Mediante os dados divulgados pelo município, registaram-se 181 visitantes na igreja de Santa Maria do Olival, seguindo-se a Sinagoga com 114 e a capela de Santa Iria com 84. A Central Elétrica foi visitada por 57 pessoas, o Museu dos Fósforos por 29 e o Núcleo de Arte Contemporânea (NAC) por 3.

Refira-se que, atualmente, a Sinagoga, a igreja de Santa Maria do Olival, o Museu dos Fósforos e a Central Elétrica abrem de terça a domingo entre as 14 e as 18 horas.

A Sinagoga de Tomar é um espaços sob gestão municipal que mais visitantes tem atraído, mediante registos do município na primeira fase de reabertura do desconfinamento. Foto: mediotejo.net

Já a capela de Santa Iria, o NAC, o Centro de Estudos de Fotografia (Casa dos Cubos) e a Sala Multiusos da Levada (E8) abrem de quarta a domingo, também no mesmo horário. O Posto de Turismo atualmente funciona das 9h00 às 18h00 durante a semana, e das 14h00 às 18h00 aos fins de semana e feriados.

No entanto, a partir do dia 15 de junho, os horários sofrem alterações, com a Sinagoga, a igreja de Santa Maria do Olival, o Museu dos Fósforos e a Central Elétrica a passar a abrir também durante a manhã: de terça a domingo entre as 10 e as 13 horas, e entre as 14 e as 18 horas.

Os restantes espaços, inclusive a Casa Memória Lopes-Graça, manterão o horário de quarta a domingo, entre as 14 e as 18 horas.

O Posto de Turismo abrirá todos os dias ininterruptamente das 9h30 às 18 horas.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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