Patrícia Fonseca, deputada do CDS-PP eleita pelo círculo de Santarém, visitou na tarde desta segunda-feira, 4 de junho, o Quartel dos Bombeiros Municipais de Tomar para se inteirar das eventuais necessidades que existem na corporação, no início de mais uma época de combate a incêndios e tendo em conta os problemas que se registaram nos últimos dois anos. A Deputada foi recebida pelo comandante dos Bombeiros, Carlos Gonçalves, e disse que ia tomar notas das suas preocupações para poder ser útil, nomeadamente, com atividade parlamentar sobre esta matéria.

“Queremos acompanhar a concelhia do CDS de Tomar neste dia em que viemos, em primeiro lugar, dar o nosso cumprimento aos bombeiros, desejar que corra tudo pelo melhor e ouvir da parte deles quais são as necessidades mais prementes, pensando qual o o contributo que o CDS pode dar na resolução destes problemas”, disse. Patrícia Fonseca referiu à imprensa que “não se pode ter cem por cento de certeza que vai correr tudo bem” este ano, sublinhando que a expressão “Portugal sem fogos” não é exequível com o clima do nosso país. Por isso, disse, o objetivo é que o fogo não se alastre e que não haja grandes incêndios como nos anos anteriores, devendo-se sensibilizar a população no que concerne à prevenção e limpeza de terrenos.

Comandante dos Bombeiros Municipais, Carlos Gonçalves, recebeu a Deputada do CDS-PP Foto: mediotejo.net
No que respeita à prevenção, a Deputada do CDS-PP considera que este ano houve muito trabalho, sendo que era isso o esperado da sociedade civil embora nem tudo tenha corrido bem. “Tivemos uma campanha muito negativa, errada e infeliz porque desde logo a informação tributária que foi veiculada trazia um anexo que dava aso a interpretações erradas porque dava ideia que tinha que se cortar toda a vegetação sendo que há relatos de pessoas que mandaram cortar arvores de fruto em redor das suas casas”, criticou. Para Patrícia Fonseca, o Governo devia ter reenviado uma informação correta aos munícipes, sendo que há um conjunto de matérias que envolvem ainda ação dos bombeiros, acrescentando que limpar a floresta não é irradiar todo e qualquer tipo de vegetação.
Na ocasião, João Peixoto, que lidera a Concelhia CDS de Tomar há quatro meses, disse que nos últimos meses o novo grupo tem vindo a inteirar-se dos problemas do concelho em várias áreas, tais como o Património humano e histórico e natural, sendo que neste dia promoveram uma vista ao quartel dos bombeiros para recolher informações sobre as necessidades dos operacionais no sentido de melhorar as suas condições de trabalho.
João Peixoto revelou ainda que o CDS de Tomar vai passar a ter uma sede no centro histórico de Tomar, uma ambição antiga que permite ao partido uma outra representatividade.

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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