O presidente da concelhia do CDS-PP de Tomar, João Amendoeira Peixoto, participou uma vez mais na reunião pública da câmara, realizada a 11 de junho, questionando o município tomarense sobre a importância da proteção da oliveira milenar de Vila Nova (Serra), sugerindo que se faça a aposta numa Rota do Azeite no Concelho de Tomar. Sobre este assunto, o vereador Hélder Henriques sublinhou a participação de um produtor de azeite do concelho na Feira Nacional de Agricultura de Santarém.

Referiu-se também à Casa Vieira Guimarães, defendendo que para se dinamizar este espaço é importante perceber quem foi a pessoa de José Vieira Guimarães. “Infelizmente muitos dos que conhecem Tomar, não sabem quem foi este patrício da terra … julgam até que terá sido arquiteto, quando na realidade era médico e talvez dos maiores historiadores que já tivemos”, salientou.

João Peixoto salientou que “se não se fizer nada, irá perder-se a memória escrita de José Vieira Guimarães para sempre”, salvaguardando que uma das formas desta preservação é através de fac-simile, cópias da obra original. Sugeriu ainda que esta valorização se faça de uma forma mais funcional e acessível para todos, através da potencialização da marca Casa Vieira Guimarães, como centro de conhecimento.

O presidente da concelhia do CDS-PP questionou ainda sobre a falta de informação na capela de Santa Iria, salientando o esquecimento de mais um patrício da terra, o pintor Domingos Vieira Serrão, conhecido internacionalmente, com obras supremas no Convento de Cristo e um pouco por todo Portugal e Espanha.

“Não existe uma única referência à presença do seu sepulcro e é um dos artistas tomarenses mais importante da História de Portugal”, sublinhou.

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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