Confrontada com um conjunto de interpelações diretas, bem como de notícias em alguns órgãos de comunicação social sobre alegados maus tratos a animal, a Câmara de Tomar começa por esclarecer, em comunicado, que “a veterinária municipal encontra-se há largos meses de baixa médica e que o Município não tem, de momento, qualquer relação contratual com outro veterinário”.
Em relação à questão dos maus tratos num animal, a Câmara sublinha que, após a queixa feita na PSP “entidade policial, acompanhada por um veterinário, deslocou-se à morada indicada tendo sido permitida a sua entrada”.
Segundo é referido no comunicado, foi transmitido à Câmara por outros cidadãos que estiveram na presença do referido canídeo, que “o mesmo se encontra bem, sem quaisquer sinais de maus tratos”.
“O Município de Tomar tem feito grande esforço, a expensas próprias, de melhorar as condições tanto do seu canil intermunicipal, como de demais trabalho em matéria de defesa animal, não podendo em todo o caso ir além das suas competências legais”, lê-se no documento.
O comunicado refere ainda que “o Município de Tomar tem, por exemplo, uma forma de trabalho com a Associação Protetora dos Animais de Tomar que, se não for única, é no mínimo muito particular, uma vez que ocupam instalações do próprio canil intermunicipal, além de tudo o mais que é feito em parceria estreita com esta entidade, o que, julgamos, bem atesta da vontade e da ação municipal”.
