Tomar acolhe na quarta-feira uma jornada de sensibilização e combate à hipertensão arterial. Foto ilustrativa: DR

A cidade de Tomar acolhe esta quarta-feira, na Várzea Pequena, uma jornada de sensibilização e combate à hipertensão arterial, com uma caminhada, rastreios, sessões de esclarecimento e bancas com alimentos substitutos do sal, entre outras atividades.

Com o objetivo de sensibilizar a população para este problema, as Unidades de Saúde de Tomar realizam este evento, a que deram o nome de CaminHaTA, na quarta-feira, dia 29 de junho, na Várzea Pequena, a partir das 14h00, com medição da Tensão Arterial a cargo de Farmácias do Concelho, e, a partir das 15h30, com palestras sobre o tema, exposições e degustação de alimentos confecionados com produtos saudáveis substitutos do sal, a cargo do IEFP, terminando a jornada com uma caminhada até ao Açude de Pedra.

“Se é importante prevenir a hipertensão arterial tendo como primeiro passo melhorar o estilo de vida, o seu tratamento, depois de instalada, reveste-se da maior importância”, frisou Maria dos Anjos Esperança, responsável pela Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Médio Tejo.

ÁUDIO | MARIA ANJOS ESPERANÇA, USP ACES MEDIO TEJO:

Este dia dedicado à hipertensão, e que em Portugal é celebrado anualmente a 17 de maio, surge com o objetivo de promover a consciencialização pública sobre o perigo desta doença, como a prevenir e controlar.

O que é a Hipertensão Arterial? A tensão arterial é a força exercida pelo sangue nas paredes das artérias. A tensão arterial elevada significa que o sangue está a exercer demasiada força contra as artérias, o que constitui um fator de risco para muitas doenças, tais como enfarte cardíaco, AVC (trombose) e insuficiência renal.

Estima-se que, em Portugal, 42% da população tem hipertensão arterial e que 32% do total dos óbitos se devem a doenças cardiovasculares.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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