Taça do Ribatejo começa a 20 de setembro com 23 equipas. Foto arquivo: mediotejo.net

A Taça do Ribatejo de futebol arranca a 20 de setembro, com 23 equipas da II Divisão distribuídas por seis séries e vários confrontos entre clubes do Médio Tejo logo na primeira jornada da competição.

A primeira fase da Taça do Ribatejo/KHOR é composta por cinco séries de quatro equipas e uma de três, com três jornadas agendadas para 20 e 27 de setembro e 04 de outubro.

Na Série 1 estão CD Vilarense, Casa do Povo do Pego, SC Ferreira do Zêzere e CDR Alferrarede, com a jornada inaugural a colocar frente a frente Vilarense–Pego e Ferreira do Zêzere–Alferrarede.

A Série 2 junta GDR Sardoal Os Lagartos, UD Atalaiense, VFC Mindense e CD Salvaterrense. Sardoal–Atalaiense e Mindense–Salvaterrense são os primeiros encontros.

Na Série 4, a LR Melhoramentos de Ortiga recebe a Académica de Santarém, enquanto o Benfica do Ribatejo defronta o Bairrense.

O Tramagal SU e o CA Riachense integram a Série 5, juntamente com Espinheirense e Benavente. Na primeira jornada, o Riachense recebe o Espinheirense e o Tramagal desloca-se a Benavente.

Já o CCD Caxarias integra a Série 6, de três equipas, juntamente com AC Pernes e SCD Glória. A formação de Caxarias recebe o Pernes na primeira jornada, ficando a Glória do Ribatejo de folga.

A Série 3 é formada por GD Rebocho, GD Forense, União de Almeirim e QT-SC Rio Maior, com Rebocho–Forense e União de Almeirim–Rio Maior na primeira jornada.

Os 16 clubes que disputam a I Divisão Distrital não participam nesta fase de grupos, entrando na Taça do Ribatejo numa fase posterior.

A competição é atualmente detida pelo Fazendense, que na época passada conquistou a Taça do Ribatejo e completou a dobradinha, depois de também se ter sagrado campeão da I Divisão Distrital.

Confira AQUI o calendário da fase de grupos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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