SunSert anima o verão na Sertã com concertos gratuitos. Foto ilustrativa: STOCK

O concelho de Mação estreia esta sexta-feira o Sunset’ão, um programa que leva música ao vivo a quatro espaços balneares do município durante as quatro sextas-feiras de agosto, com início sempre às 18:00.

O primeiro momento está marcado para esta sexta-feira, 7 de agosto, na Albufeira de Ortiga, onde atua Renan Araújo, entre as 18:00 e as 20:00, numa iniciativa que pretende juntar música, convívio e espaços de lazer durante as tardes de verão.

Promovido pelo Município de Mação, o Sunset’ão estreia-se este ano com quatro sessões em diferentes pontos do concelho, aproveitando alguns dos espaços associados à oferta balnear e de lazer do território.

Depois da Albufeira de Ortiga, o programa prossegue a 14 de agosto, na Praia Fluvial de Cardigos, com Tiago Basílio, seguindo-se a 21 de agosto, na Praia Fluvial de Carvoeiro, com Estrada e Vários.

A última sessão está marcada para 28 de agosto, nas Piscinas Municipais de Mação, onde o Sunset’ão contará com a atuação de Puro Êxito. As quatro sessões decorrem entre as 18:00 e as 20:00.

A iniciativa integra a programação de verão do Município de Mação, que ao longo de agosto inclui ainda atividades culturais, desportivas e de animação em diferentes localidades do concelho.

Ao longo do mês estão ainda previstas iniciativas como Os Quintais nas Praças do Pinhal, no dia 9, o Dia da Juventude, a 12, o Dia do Emigrante, a 15, e várias sessões de cinema ao ar livre em diferentes localidades.

A programação inclui também sessões de cinema em Aboboreira, Amêndoa, Cardigos, Carvoeiro, Envendos, Mação, Ortiga e Penhascoso, entre 17 e 27 de agosto, além de outras iniciativas de animação. A agenda municipal está sujeita a alterações.

O Sunset’ão surge, assim, como uma das propostas de animação das tardes de agosto, levando música a diferentes espaços de verão do concelho e criando quatro momentos de encontro em torno das zonas balneares e equipamentos municipais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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