Foto: DR

Mação recebe um espetáculo de stand up comedy esta quarta-feira, 15 de junho, pelas 21h00. Subirá ao palco do Cine-Teatro de Mação o humorista Serafim para um noite recheada de animação e boa disposição. O espetáculo terá a duração de uma hora. Os bilhetes podem ser comprados na tesouraria da Câmara Municipal de Mação ou na bilheteira, no dia do espetáculo, aberta a partir das 19h00.

Alentejano de gema, tendo sido nascido e criado em Beja, Jorge Serafim define-se a si próprio como “um esmerado cozinheiro nas artes da boa-disposição”.

É ainda “narrador de histórias rocambolescas onde habitam personagens caricatas e gosta de as temperar com uma pitada de absurdo e mais duas de imprevisto”, seguindo uma receita muito própria. “Refoga-as com muita sátira aos bons, maus e piores costumes, não lhe escapando nada nem ninguém. Arremata o suculento cozinhado com um polvilhado de Stand Up Comedy e finalmente, confecionadas as gargalhadas é favor rir a bandeiras despregadas”, refere-se em nota enviada à imprensa.

O espetáculo arranca às 21h00, prometendo-se uma jantar animado na quarta-feira, com a benesse de no dia seguinte ser feriado, e o espectador “ter tempo para digerir”.

Os ingressos podem ser adquiridos na Tesouraria da Câmara Municipal, nos dias úteis, das 9h às 12h30 e das 14h as 16h30. Já a Bilheteira do Cine-Teatro abre, no dia do espetáculo, a partir das 19h00.

O custo dos ingressos é de: Adulto: Plateia – €3 / Balcão – €3,5; Dos 7 aos 12 anos: Plateia – €1,5 / Balcão – €1,75; Até aos 6 anos – Gratuito.

Segundo a autarquia, durante a tarde, Jorge Serafim vai trazer a Mação um outro espetáculo baseado em contos, diferente e direcionado para os membros do Clube Sénior, numa tarde que marcará o encerramento do Clube Sénior para férias.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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