Centro 2030 disponibiliza 20 ME para apoiar empresas com foco na exportação. Foto ilustrativa: DR

A região Centro conta com 91 empresas Gazela, que empregam 3.875 pessoas e geram um volume de negócios de 914 milhões de euros e 571 milhões de euros de exportações. Das 91 empresas, 8 estão localizadas em seis municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo: duas em Abrantes, duas em Tomar e uma em Alcanena, Ferreira do Zêzere, Ourém e Torres Novas.

As empresas “gazela” são empresas com poucos anos de vida e que, num curto espaço de tempo, apresentam um crescimento acelerado no emprego e no volume de negócios.

Todas as empresas foram homenageadas na Gala das Empresas Gazela 2021, no dia 21 de junho, no Mercado Municipal de Ovar.

Empresas Gazelas 2021 no Médio Tejo: município, pessoal ao serviço e volume de negócios

De acordo com os apuramentos efetuados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), que pelo décimo ano consecutivo faz esta distinção das Empresas Gazela na região, destacam-se os seguintes aspetos para as empresas da CIM do Médio Tejo:

  • Estas oito empresas têm um elevado potencial para gerar novos de postos de trabalho, tendo crescido as pessoas ao serviço, entre 2017 e 2020, de 98 trabalhadores para 233 trabalhadores.
  • Também o volume de negócios destas oito empresas observou um forte crescimento, pois faturaram 4,6 milhões de euros em 2017 e 25,6 milhões de euros em 2020.
  • 7 das 8 empresas são de pequena dimensão e apenas uma é de média dimensão.
  • 75% das 8 empresas desenvolve as suas atividades no setor do comércio (3) e da construção (3).
  • Em termos de distribuição geográfica estão localizadas em seis dos 13 municípios do território da CIM Médio Tejo. Em Abrantes e Tomar localizam-se duas empresas em cada município, enquanto as restantes quatro empresas estão localizadas nos municípios de Alcanena, Ferreira do Zêzere, Tomar e Torres Novas (uma, em cada).

Empresas Gazelas 2021 na CIM Médio Tejo (com autorização para a sua divulgação)

O estudo completo para a Região Centro pode ser consultado AQUI

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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