Foto: EAS

A Escola de Acordeão da Sertã, juntamente com as várias escolas de acordeão dos professores José Cláudio e Catarina Brilha, obteve boas classificações no XXII Festival de Acordeão, que decorreu a 25 de março, no Centro de Amizade e Animação Social de Santiago da Guarda, Ansião.

Desde os 6 aos 17 anos de idade, todas as crianças e jovens foram a palco evidenciar o gosto e empenho que pequenos e graúdos dedicam ao acordeão, lê-se no comunicado da Escola enviado ao nosso jornal.

O nível de iniciação foi contemplado com a primeira classificação para o jovem Tomás Santos, que com apenas 9 anos fez jus à sua interpretação, e o tema “Marcha dos Cachopos” fez com que o intitulasse de vencedor deste primeiro nível.

Já no nível intermédio o aluno Alexandre Alves alcançou o terceiro prémio, desta vez com um cha cha cha: “La Paloma”. Um jovem promissor no acordeão que tem sido distinguido em edições anteriores.

Fotos: EAS

O nível mais elevado do concurso foi marcante para a Escola de Acordeão da Sertã, a segunda classificação ficou a cargo do tema “Shocking Valse”, interpretado por Vasco Santos que participa neste evento há vários anos consecutivos e saindo sempre premiado. O jovem foi Campeão Nacional de Acordeão juvenil em 2017.

Por outro lado, Patrícia Farinha alcançou a primeira classificação deste concurso de acordeão pela segunda vez, resultante de preparação ao longo de 7 anos a cargo da professora Catarina Brilha. O pasodoble “Perico de Segovie” encantou o júri e público presente no evento. Destaca-se também que, para além de vários prémios alcançados em anos anteriores, a jovem sertaginense de 17 anos foi a vencedora do prémio Vitorino Matono no Concurso Nacional de Acordeão no ano transato em Alcobaça.

A Escola de Acordeão da Sertã, convicta de que “todos estes jovens terão um futuro vistoso no mundo do acordeão”, agradece a todos os alunos, pais, familiares e entidades como o Município e Junta de Freguesia pelo apoio prestado.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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