Na sequência de uma audição aos autores da petição “Pela retirada de amianto nas escolas públicas”, a deputada do PSD eleita por Castelo Branco, Cláudia André, indicada como deputada relatora da petição que reuniu 5.345 assinaturas, questionou o Governo sobre o tema e pediu ponto de situação sobre todo o processo da retirada do material identificado como prejudicial à saúde.
A parlamentar começou por recordar que em 2019 o PSD submeteu um projeto de resolução, rejeitado pela maioria dos partidos, “que recomendava que se tornasse pública a lista dos edifícios que continham o amianto e os elementos que consideram prejudiciais à saúde”.
A deputada acrescentou, ainda, que o PSD “não desistiu” deste tema “e mais tarde, em julho de 2020, vem propor a constituição de um grupo de trabalho no parlamento para acompanhar o processo do amianto, não só nas escolas como nos edifícios públicos”.
Além das iniciativas mencionadas, Cláudia André salientou que o PSD submeteu há poucas semanas uma pergunta ao governo “porque queremos, tendo em conta este perder no tempo a temática, queríamos recuperá-la, e antes de agirmos queríamos ter um ponto de situação assim, a pergunta vai no sentido de pedir um balanço ao programa de remoção do amianto nas escolas públicas”.
Desta forma Cláudia André questionou os peticionários se têm conhecimento “da execução do atual programa, e se no seu entender tem sido dado o cumprimento dos objetivos que são definidos no despacho de 2020. No fundo, qual consideram ser o balanço e ponto de situação?”.
A deputada disse aguardar pela resposta do pedido de informação solicitada ao Governo, tendo adiantado que no concelho da Sertã, onde foi vereadora, o amianto foi retirado pelo município, não integrando a lista das escolas onde o mesmo estará por remover.
