Os resultados do segundo semestre do ano letivo foram apresentados pela vereadora da Educação em Sardoal

Todas as turmas do 1.º ciclo do concelho de Sardoal terminaram o ano letivo com taxas de sucesso iguais ou superiores a 94%, enquanto no 2.º ciclo não houve alunos que não transitassem, segundo o balanço apresentado pela Câmara. Os resultados do segundo semestre do ano letivo foram apresentados pela vereadora da Educação, Joana Ramos (PSD), na reunião de Câmara de 7 de agosto.

No final do ano letivo, o concelho tinha 509 alunos, dos quais 37 eram estrangeiros e 159 beneficiavam de medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão.

No 1.º ciclo, todas as turmas registaram um sucesso igual ou superior a 94%, tendo 75% dos alunos transitado sem menções de insuficiente.

No 2.º ciclo, não houve nenhum aluno a não transitar, tendo sido registadas taxas de sucesso por turma iguais ou superiores a 98%.

Já no ensino secundário, a turma do 12.º ano alcançou 100% de sucesso em todas as disciplinas, resultado destacado pela vereadora da Educação.

O balanço foi apresentado numa altura em que o município prepara também o próximo ano letivo, para o qual se verifica um aumento do número de alunos matriculados, de cerca de 510 para 550.

Em sentido contrário, o número de alunos previstos para transporte escolar diminuiu de cerca de 281 para 252.

O presidente da Câmara, Pedro Rosa (PSD), admitiu que a evolução poderá indicar que mais pais estão a optar por transportar diretamente os filhos para a escola.

Durante a discussão, Pedro Duque (PS) destacou ainda o aumento do número de crianças na aldeia de Andreus, onde existem cerca de 30, considerando o dado um sinal positivo num contexto de evolução demográfica.

A vereadora Joana Ramos ressalvou que os números relativos ao próximo ano letivo têm ainda caráter previsional, uma vez que, à data do Conselho Municipal de Educação, as turmas não estavam definitivamente aprovadas pelo Ministério da Educação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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