A tertúlia Cais de Encontro regressa na terça-feira ao Centro Cultural de Sardoal, às 21h00. Nesta edição, a conversa vai desenrolar-se em torno do Projeto Homem e da Comunidade Terapêutica João Guilherme, em Abrantes. Com o mote ’25 anos a recuperar vidas’, a apresentação estará a cargo de João Alberto Mendes.
A Comunidade Terapêutica João Guilherme – Projecto Homem (CT-PH) é uma valência com mais de 25 anos de existência, especializada na intervenção em comportamentos aditivos e dependências. A CT-PH é uma valência do Centro Social Interparoquial de Abrantes (CSIA), uma Instituição sem fins lucrativos, que se dedica à solidariedade e à ajuda aos mais necessitados.
“Tendo por base o modelo Educativo-Terapêutico do Projecto Homem, uma metodologia com mais de cinquenta anos de história e sucessos em vários países, a CT-PH assume o modelo biopsicossocial, colocando a pessoa como principal protagonista da sua história”, indica a associação, na nota de divulgação do evento.
Segundo a Palha de Abrantes, a filosofia de intervenção da CT- PH “assenta nos modelos humanistas e tem nas correntes cognitivo comportamentais as principais estratégias de mudança”.
A tertúlia “Cais de Encontro” acontece quinzenalmente em Sardoal (1ª terça feira do mês, no Centro Cultural Gil Vicente) e Abrantes (3ª terça feira do mês no edifício Sr. Chiado, em Abrantes), sendo uma iniciativa da Palha de Abrantes – Associação de Desenvolvimento Cultural com o apoio do Município.
Trata-se de “um espaço de encontro entre pessoas daqui e dali, com preocupações sociais, ambientais, culturais, filosóficas e outras. As sessões pretendem envolver todos os participantes a pensar e refletir questões do indivíduo e, consequentemente, da sociedade, informalmente, na primeira pessoa ou através da voz de um convidado, do texto de um escritor, jornalista, poeta ou outros, da música de um compositor ou executante, da fotografia de um fotógrafo ou apreciador desta arte, de uma tela ou do seu pintor, etc”.
“Porque é um imperativo retomar o lugar de encontro, e que todos os lugares de encontro possam ser cais de chegada ou partida para o mundo”, refere a associação Palha de Abrantes.

