Pedro Rosa assume liderança da concelhia do PSD de Sardoal. Foto: DR

Pedro Rosa, 41 anos, é o novo Presidente da Comissão Política da Secção (CPS) do PSD de Sardoal, eleito no passado dia 4 de novembro para um mandato de dois anos. Pedro Rosa assume o cargo desempenhado por Miguel Borges, atual presidente do município, nos últimos três mandatos.

Em declarações ao mediotejo.net, Pedro Rosa disse que os objetivos para este mandato que agora assume passam por “continuar a manter unida a família PSD em torno deste projeto para o concelho do Sardoal, galvanizar os jovens e chamá-los para a discussão e partilha de ideias, não descurando as bases do partido”.

O novo presidente da CPS do PSD de Sardoal, com um historial associativo ligado à Associação/Comissão de Festas de Santiago de Montalegre, da qual foi dirigente fundador, à Cooperativa Agrícola Mista daquela freguesia e à Associação de Pais, entre outros, foi ainda dirigente do Sindicato Independente dos Professores, e definiu o trabalho político como uma “função extremamente nobre” , cujo exercício assegurou querer “dignificar”.

Pedro Rosa é militante do PSD desde 1995, tendo estado sempre ligado à Comissão Política da concelhia social democrata, desempenhando cargos políticos desde os 18 anos, com a sua eleição para 1º secretário da Assembleia de Freguesia de Santiago de Montalegre, depois como 2º secretário, tendo ainda desempenhado o cargo de presidente da Assembleia de Freguesia e depois de tesoureiro, até ser convidado para integrar o executivo liderado por Miguel Borges na Câmara Municipal de Sardoal.

Natural de Santiago de Montalegre, é licenciado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica e exerce, desde 2013, funções de vereador a tempo inteiro no Município de Sardoal com os pelouros da Educação, Desporto, Juventude, Associativismo e Trânsito.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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