Dança para a Infância “Por exemplo, um OvO”. Foto: CMT

O Centro Cultural Gil Vicente recebe o espetáculo de dança para a infância “Por exemplo, um OvO”, pelas bailarinas Beatriz Pereira e Carolina Sendim, que terá duas apresentações, uma no dia 6, sexta-feira, exclusiva para os alunos do Agrupamento de Escolas de Sardoal, e outra no sábado, dia 7, às 16h00, aberta ao público em geral.

“Por exemplo, um OvO” reflete sobre diferentes formas de pensar, sentir e viver como se fossem receitas de culinária. O que é afinal uma receita? As receitas têm memória? Podemos criar receitas para quando nos apetece fazer perguntas? Quantas receitas cabem dentro da palavra receita? Neste espaço ficcional, onde a imaginação é protagonista, imaginamos como seriam as coisas se não fossem como são, levantamos perguntas e construímos alternativas com uma boa dose de fome e criatividade.

A apresentação deste espetáculo surge no seguimento da uma residência artística e de uma oficina de dança para o público infantil, que decorreram em outubro, no Sardoal.

Este espetáculo, coproduzido pela Materiais Diversos e os Municípios de Sardoal, Alcanena e Tomar, integra o ciclo “O que (te) diz a dança”, que pretende ampliar a perceção do que é a dança e desmistificar a ideia de que não é para todas as pessoas. A partir de um conjunto de criações diversas entre si, o ciclo desdobra-se em espetáculos, conversas e oficinas e propõe diferentes aproximações e experiências.

Os bilhetes têm um custo de 3 euros e estão à venda na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente e na Ticketline em https://ticketline.sapo.pt/evento/por-exemplo-um-0v0-danaca-para-a-infancia-88011 .

Uma iniciativa financiada pela Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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