Trânsito interdito a pesados até setembro na EN 2 junto ao acesso da A23 ao Sardoal e Abrantes. Créditos: DR

A Associação Comercial e Empresarial de Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei (ace) manifesta preocupação com as obras na Estada Nacional 2 (EN2) entre a A23 e Sardoal e nesse sentido enviou uma carta à Infraestruturas de Portugal dando conta dessa apreensão, que se prende com a interdição de circulação de veículos pesados até final do mês de setembro.

A ACE considera que os trabalhos de reabilitação da passagem hidráulica na EN2, que estão a decorrer junto ao acesso da A23 ao Sardoal e Abrantes, irão “afetar um grande grupo do tecido empresarial desta e de outras regiões”. Esta preocupação prende-se ainda com o facto “dos percursos alternativos criados não serem satisfatórios para circulação dos veículos pesados”.

Solicita por isso “atenção redobrada para o cumprimento dos prazos estabelecidos, de modo a minimizar os transtornos causados”.

O início dos trabalhos de reabilitação da passagem hidráulica foi anunciado pela Infraestruturas de Portugal (IP) no final do mês de junho.

Em comunicado, a IP refere que a execução destes trabalhos de reabilitação da passagem hidráulica, localizada ao quilómetro 390,2 da EN2, “obriga à interdição do trânsito de veículos pesados (peso superior a 3,5 toneladas) neste local, durante o período de realização da obra que irá decorrer até final do mês de setembro”.

No local, acrescenta, “foram criados e devidamente sinalizados os percursos alternativos”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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