Passeio pedestre No ‘Calcorrear dos Resineiros’ vai decorrer no dia 25 de abril. Foto arquivo: mediotejo.net

Para percorrer os trilhos dos antigos resineiros tem de ir até Monte Cimeiro, Sardoal, no dia 25 de abril, para um percurso de 11,5 quilómetros, de definição “difícil”. O PR6 denominado ‘Calcorrear dos Resineiros’ tem início na localidade de Monte Cimeiro, e estende-se por um percurso circular, que passa pelas aldeias vizinhas de Tojeira, Venda, Casal Velho, Cimo dos Ribeiros e Herdeiros.

A saída faz-se do pavilhão da A.C.S. de Monte Cimeiro, pelas 16h30. Haverá um reforço, de bifana mais bebida, na Associação das 4 Aldeias estando a chegada prevista por volta das 20h00, onde sopa, café e fritos esperam os caminheiros.

Pretende ser uma homenagem em retrospetiva, mostrando a quem queira conhecer os caminhos “outrora percorridos por aqueles que viviam da extração de resina”, uma das principais atividades e com bastante importância na região até à década de 80 do século XX.

O mapa do percurso, com início e fim em Monte Cimeiro, Alcaravela, e que completa um trilho circular de 11,5 km. @ CM SARDOAL

Pretende ser uma homenagem em retrospetiva, mostrando a quem queira conhecer os caminhos “outrora percorridos por aqueles que viviam da extração de resina”, uma das principais atividades e com bastante importância na região até à década de 80 do século XX.

A iniciativa já tem inscrições abertas, grátis para crianças até aos 10 anos. Para os restantes o passeio pedestre tem um custo de cinco “pegadas”, conforme informa o cartaz (ver em baixo).

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply