Cerimónia que assinalou no passado o 25 de Abril em Sardoal. Foto: Miguel Borges

O Município de Sardoal assinala o Dia da Liberdade com um conjunto de atividades desportivas e culturais, no dia 25 de abril. A Cerimónia do Hastear das Bandeiras decorre pelas 10h00 no Edifício dos Paços do Concelho, com Guarda de Honra prestada pela Filarmónica União Sardoalense e pelos Bombeiros Municipais.

Pelas 10h30, terá lugar a inauguração da Exposição “Palavras de Abril”, na Praça da República, local que recebe os Jogos do Helder, uma iniciativa integrada nos “Caminhos das Pessoas”, da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Trata-se de uma atividade dirigida a todos os públicos, onde todos são desafiados a brincar, criando pontes intergeracionais e culturais.

As tradicionais Corridas da Liberdade terão lugar, pelas 11h00, na Praça da República. As provas, com diferentes distâncias, destinam-se a vários escalões etários, nas categorias masculinas e femininas.

No período da tarde, pelas 14h30, os Jogos do Helder prosseguem no Parque Desportivo Municipal e às 15h00 decorre o XVI Torneio Interconcelhio de Escolinhas de Futebol.

Às 17h00 tem lugar sessão extraordinária da Assembleia Municipal: “25 de Abril no Sardoal, o Presente e o Futuro”.

As comemorações do Dia da Liberdade terminam com uma sessão de cinema, com o filme “Salgueiro Maia – O Implicado”, no Centro Cultural Gil Vicente.

As iniciativas, de participação gratuita, são organizadas pelo Município de Sardoal, com o apoio das Juntas de Freguesia do Concelho, da Filarmónica União Sardoalense e do Grupo Desportivo e Recreativo “Os Lagartos”.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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