Casa-Estúdio Carlos Relvas na Golegã. Foto: DR

A final regional Alentejo e Ribatejo das Novas 7 Maravilhas de Portugal realiza-se sábado, em Santarém, com cinco patrimónios do distrito entre os 14 candidatos, distribuídos por sete categorias, que disputam o apuramento para a fase nacional.

A emissão está marcada para as 15:00 de sábado, 29 de agosto, nas Portas do Sol, em Santarém, e encerra o ciclo de finais regionais das Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026. Em cada uma das sete categorias, o património mais votado pelo público garante o apuramento para a fase seguinte.

Entre os 14 finalistas encontram-se cinco patrimónios do território do Ribatejo e Alto Alentejo, com destaque para cinco candidatos do distrito de Santarém – a Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, a Catedral e o Mercado de Santarém, além das Salinas de Rio Maior e a Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça – a par do Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, já do distrito de Portalegre.

Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça. Foto: DR

A Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, conseguiu o apuramento na categoria História, enquanto a Catedral de Santarém concorre na categoria Religião, o Mercado de Santarém na categoria Século XX e a Casa Museu dos Patudos – Alpiarça e Salinas de Rio Maior na categoria Turismo.

Os 14 finalistas da região Alentejo e Ribatejo

A competição reúne dois patrimónios em cada uma das sete categorias:

  • Castelos: Castelo de Marvão e Castelo de Monsaraz;
  • Grandes Obras: Aqueduto da Amoreira, em Elvas, e Barragem de Alqueva;
  • História: Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, e Ruínas de São Cucufate – Vila de Frades, na Vidigueira;
  • Religião: Catedral de Portalegre e Catedral de Santarém;
  • Século XX: Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor e Mercado de Santarém;
  • Século XXI: Herdade do Freixo, em Redondo, e Tiago Cabaço Winery, em Estremoz;
  • Turismo: Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça, e Salinas de Rio Maior.
Casa-Estúdio Carlos Relvas na Golegã. Foto arquivo: José Ribeiro

A Casa-Estúdio Carlos Relvas é o único dos cinco patrimónios da área do Ribatejo/Alto Alentejo presentes na final regional que representa a categoria História. A Golegã surge, assim, com uma candidatura numa competição que reúne património de diferentes épocas e tipologias.

Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor. Foto: DR

Ponte de Sor confirma presença na final

A presença de Ponte de Sor merece particular destaque por representar o Alto Alentejo numa categoria dedicada ao património do século XX. O Centro de Artes e Cultura surge oficialmente entre os dois finalistas regionais dessa categoria, ao lado do Mercado de Santarém.

A final de Santarém resulta da meia-final regional realizada em 20 de junho, em Marvão, que colocou 21 patrimónios em votação. Os dois mais votados em cada categoria avançaram para esta fase, reduzindo o grupo a 14 finalistas.

O processo de votação é auditado pela PwC. Para a final regional, a organização definiu números telefónicos específicos para cada património, sendo o custo de cada voto de 1 euro mais IVA. A votação pode também ser feita através da aplicação TVI Pass.

Salinas de Rio Maior. Foto: DR

Entre os números de votação dos candidatos mais próximos da região estão o 761 207 070 para a Casa-Estúdio Carlos Relvas, 761 207 074 para a Catedral de Santarém, 761 207 076 para o Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, 761 207 077 para o Mercado de Santarém, 761 207 082 para a Casa Museu dos Patudos e 761 207 084 para as Salinas de Rio Maior.

A final regional de Santarém antecede a meia-final nacional, marcada para 5 de setembro, seguindo-se a finalíssima nacional, que determinará as Novas 7 Maravilhas de Portugal. A edição de 2026 assinala o regresso do projeto de valorização do património português quase duas décadas depois da primeira eleição, realizada em 2007.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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