Em novembro de 2019, Santarém e Abrantes foram os concelhos mais empreendedores de todo o distrito. Foto: DR

A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, analisa mensalmente a criação de empresas no distrito de Santarém, tendo hoje revelado que, em novembro, Santarém e Abrantes foram os concelhos mais empreendedores.

Na análise mensal à criação de empresas no distrito de Santarém efetuada pela NERSANT, a Associação Empresarial da Região de Santarém verificou que no passado mês de novembro nasceram no distrito 81 empresas.

Das 81 novas empresas registadas em novembro, destaque para o concelho de Santarém, que lidera a tabela com a criação de 19 empresas, seguido do concelho de Abrantes, com 9, que ocupa pela primeira vez, este ano, o segundo lugar da tabela. Esta foi mesmo a melhor posição do concelho de Abrantes em 2019, que tinha apenas conseguido a terceira posição da tabela em janeiro e abril deste ano.

Empatados em terceiro lugar, estão os concelhos de Benavente, Ourém e Tomar, com a criação, em cada território, de 7 empresas. Almeirim e Torres Novas criaram, no período analisado, 6 empresas, seguido do concelho do Entroncamento, com a criação de 5 sociedades empresariais.

Seguem-se os concelhos de Alpiarça, Cartaxo e Salvaterra de Magos, com a criação de 3 empresas em cada território. Rio Maior criou duas empresas, e os concelhos de Constância, Coruche, Ferreira do Zêzere e Mação, criaram apenas uma sociedade cada um. Alcanena, Chamusca, Golegã, Sardoal e Vila Nova da Barquinha não apresentaram, em novembro, criação de empresas.

Relativamente aos setores de atividade, destaque para a criação de empresas de Comércio a retalho (10), Construção de edifícios (residenciais e não residenciais) (5), Comércio por grosso (5), Alojamento mobilado para turistas (5), Outras atividades de consultoria para os negócios e a gestão (4), Atividades de enfermagem (4), Transportes rodoviários de mercadorias (3), Culturas de produtos hortícolas, raízes e tubérculos (2), Turismo no espaço rural (2) e Restaurantes tipo tradicional (2).

Segundo a NERSANT, os homens continuam a ser os que mais criam empresas. Em novembro, 60 empreendedores do sexo masculino (74%) foram promotores de novos negócios, enquanto as mulheres criaram 21 empresas (26%).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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