O presidente da Distrital do PSD, João Moura, anunciou na primeira reunião da Assembleia Distrital do PSD de Santarém, que decorreu na passada segunda-feira, dia 25, em Fátima, um novo ciclo político na defesa dos interesses do Distrito, colocando no topo da agenda a defesa da Base aérea de Tancos como Terminal 3 do Aeroporto de Lisboa e alternativa ao Aeroporto do Montijo.
Na sua intervenção, João Moura anunciou que “uma das bandeiras no topo da agenda política será a defesa da Base aérea de Tancos como alternativa à construção do novo aeroporto do Montijo”, defendendo que “a criação de um ‘Terminal 3’ do Aeroporto de Lisboa nesta localização é uma opção que, estranhamente, nunca foi equacionada, apesar de ser aquela que melhor serve os interesses do país, garantindo a extensão da vida útil do aeroporto de Lisboa, com um investimento público reduzido e que contribui para o desenvolvimento do interior do país. Tancos está a 10 minutos do nó ferroviário do Entroncamento e a dois minutos da A23 que juntamente com a A1 permitem chegar à capital num tempo médio abaixo da média dos aeroportos da generalidade das capitais europeias”.
Para João Moura, “Tancos pode ser uma alternativa viável compatível com a capacidade financeira atual do País e que, num curto espaço de tempo, poderá estar a funcionar e a servir não apenas Lisboa, mas também o interior do País. É uma solução que é boa para o Distrito e para o País e que pode servir de pólo dinamizador da economia da região do interior centro”, sublinhou o social-democrata.
Os novos cortes do Governo, em matéria de contratos de associação, em especial na zona de Fátima, foi outro dos temas que marcaram o discurso político do líder da Distrital que se afirmou “preocupado com os cortes radicais e ideológicos na Educação, que afetam de forma particular a população de Fátima, onde não há alternativa de escolas públicas a partir do 5.º ano de escolaridade, situação que o Governo ainda não resolveu, não dando alternativas às famílias.”
A Distrital do PSD mantém a “preocupação com o Hospital de Santarém, onde, para além da situação inaceitável do atraso das obras do bloco operatório, se avolumam as preocupações com o chumbo pelo Tribunal de Contas do visto prévio ao contrato de fornecimento de refeições e a falta de enfermeiros, que será agravada a partir de 1 de julho, com a entrada em vigor das 35 horas”.
Na Assembleia decorreu ainda a tomada de posse do Secretariado Distrital de Santarém das Mulheres Social-Democratas (MSD). O Secretariado Distrital das MSD de Santarém é composto por treze militantes, que foram formalmente mandatadas para o exercício das suas funções pelo Presidente da Comissão Política Distrital de Santarém, João Moura.
O Secretariado Distrital de Santarém da MSD é constituído por: coordenadora Joana Pinto Coelho (Tomar), vice-coordenadora Sónia Ferreira (Benavente), Elza Vitório (Abrantes), Cristina Domingos (Benavente), Cláudia Pinto (Chamusca), Ana Madureira (Entroncamento), Elisabete Pereira da Graça (Ourém), Carla Cristina Dias (Rio Maior), Susana Nunes (Salvaterra de Magos), Carla Neto (Santarém), Ana Palmeiro Calado (Tomar), Ana Lúcia Cláudio (Torres Novas) e Liliana Neto (Vila Nova da Barquinha).
A Assembleia, presidida Isaura Morais, nova Presidente da Mesa da Assembleia Distrital de Militantes, contou com a presença do Secretário Geral do PSD, José Silvano, e da Coordenadora Nacional do Movimento das Mulheres Social-Democratas (MSD), Lina Lopes.
