António Ervedeiro leva mostra de pintura à Galeria Municipal do Entroncamento

A Galeria Municipal do Entroncamento recebe, a partir desta sexta-feira, a exposição de pintura “Rostos da Igualdade”, de António Ervedeiro, numa mostra dedicada à representação de rostos e figuras humanas através de uma abordagem minimalista.

A inauguração está marcada para esta sexta-feira, 14 de agosto, às 19h00, com a exposição a permanecer patente até 27 de agosto, com entrada livre.

“Rostos da Igualdade” parte do desafio assumido pelo artista de pintar caras, rostos e pessoas, uma temática que se distingue do seu trabalho habitual, mais centrado em paisagens e outras formas não humanas.

Na mostra, António Ervedeiro procura colocar em destaque a figura humana e o contexto em que esta se insere, valorizando sobretudo a expressividade de cada rosto. Uma linha simples e contínua traçada no horizonte estabelece um elemento comum às diferentes pinturas, numa abordagem de inspiração minimalista.

Natural de Freixo de Numão, no concelho de Vila Nova de Foz Côa, onde nasceu em 1956, António Ervedeiro conta que o interesse pela pintura começou a ganhar forma no final da década de 1970, em paralelo com a licenciatura em Psicologia Clínica.

Os primeiros trabalhos surgiram então de forma rudimentar, influenciados por modelos conhecidos e por amigos ligados às artes, tendo a técnica evoluído ao longo dos anos e as temáticas se diversificado.

Atualmente, a sua obra recorre sobretudo a uma técnica mista de guache e aguarela, com particular atenção à forma e à cor enquanto elementos de transmissão de uma mensagem pessoal.

António Ervedeiro mantém a atividade profissional na área da psicologia, ligada à educação e ao desenvolvimento de projetos de gestão pedagógica, assumindo-se também como um “curioso das artes plásticas”, atividade que pratica sobretudo nos tempos livres.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 14h00 às 19h00, aos sábados, das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, e aos domingos e feriados, das 14h00 às 19h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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