As tradicionais festas de São Facundo regressam de 22 a 25 de agosto. Foto ilustrativa: DR

A aldeia de Queixoperra, no concelho de Mação, volta a celebrar a Festa em Honra de Nossa Senhora da Luz entre os dias 17 e 20 de julho, com um programa de animação musical, gastronomia, celebrações religiosas, desporto e iniciativas tradicionais, num dos momentos mais aguardados do verão pela comunidade local.

Organizada pelo Centro Recreativo e Cultural de Queixoperra, a festa arranca na sexta-feira, 17 de julho, com os últimos preparativos durante a manhã, jantar de chanfana e frango assado e animação noturna a cargo dos Amigos do Presidente (23h00), seguindo-se a atuação de Kenliss, a partir das 03h00.

O sábado, dia 18, começa com um torneio de futebol (10h00), seguindo-se um encontro de motas, motorizadas e carros clássicos (17h00), além da habitual degustação de caracóis. O jantar inclui migas com bacalhau e frango assado. À noite, sobe ao palco o Grupo Klimax 2K26 (23h00), terminando a animação com o DJ Rasilmar, pelas 03h00.

A componente religiosa ganha maior expressão no domingo, 19 de julho, com o tradicional Peditório da Manta (08h00) e a missa seguida de procissão (16h00). O programa inclui ainda o leilão de fogaças, nova degustação de caracóis, atuação da Fanfarra SFUM e baile com o grupo 3.ª Geração, encerrando o dia com jantar de frango assado.

As festividades terminam na segunda-feira, 20 de julho, com missa (19h00), seguida do tradicional jantar-convívio da população e familiares, onde será servida chanfana, mediante inscrição prévia, e do habitual Jogo da Vassoura.

Este ano, a organização destaca a participação de dois artistas com ligação à aldeia, apontando as atuações de Kenliss, na sexta-feira, e do DJ Rasilmar, no sábado, como um dos motivos de especial orgulho para a comunidade.

Ao longo dos quatro dias não faltarão propostas gastronómicas, com destaque para a chanfana, o frango assado e as migas com bacalhau, num programa pensado para reunir residentes, emigrantes e visitantes em torno de uma das festas mais emblemáticas da freguesia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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