PS de Santarém defende que "Estado tem que dar o exemplo com investimento público". Foto: PS

O presidente da Federação de Santarém do Partido Socialista, Hugo Costa, defende que o Estado tem que dar o exemplo com investimento público de qualidade numa fase crucial de recuperação económica para o país fragilizado pela pandemia de Covid-19.

“O Estado tem que dar o exemplo com investimento de qualidade na ferrovia, nas energias renováveis, na economia verde e na nova economia digital. O 5G também deve ser uma alavanca económica clara que permita combater as desigualdades”, sublinhou Hugo Costa, que é também deputado e coordenador do PS na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.

A intervenção foi feita durante a Conferência Nacional do PS, no âmbito do painel “Recuperar Portugal, dedicado à economia. O evento, realizado em Coimbra, a 31 de agosto, reuniu dirigentes com funções executivas e eleitos com representação parlamentar, nacional e europeia.

Além de Hugo Costa, marcaram presença os deputados eleitos pelo Distrito de Santarém: António Gameiro, Manuel Afonso e Mara Lagriminha, bem como vários presidentes de câmara eleitos pelo PS no Distrito.

A conferência, que abriu com o discurso inicial do Secretário Geral, António Costa, contou com intervenções de vários dirigentes do partido, de autarcas a ministros.

O evento decorreu no auditório do Convento de S. Francisco e foi um momento de “apresentação, avaliação e debate sobre a visão e a estratégia política para controlar a pandemia, recuperar Portugal e cuidar do futuro”.

Para o Partido Socialista a conferência foi um importante momento de afirmação política, mas também um exemplo do cumprimento cívico das normas sanitárias recomendadas pelas autoridades de saúde, “mostrando que nos dias de hoje é possível continuar a fazer política”, sublinhou Hugo Costa.

O XIX Congresso da Federação Distrital do PS de Santarém está agendado para sábado, dia 12 de setembro, entre as 14:00 e as 19:00, na escola secundária de Ourém.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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