Foto: CMA

A Associação de Agricultores de Abrantes, Constância, Sardoal e Mação vai promover no sábado, dia 6 de abril, ações de sensibilização sobre o projeto de implementação dos “Condomínios de Aldeia”, para proteção de pessoas e bens contra incêndios no concelho de Abrantes e no concelho de Sardoal, num conjunto de iniciativas dirigidas aos proprietários.

O dia começa em Abrantes com sessões na junta de freguesia de Carvalhal (9h45), na sede da Associação de Água das Casas (11h00) e na sede da UniMaxial (12h30), dirigidas aos proprietários com terrenos à volta das habitações nas aldeias de Água das Casas, Matagosa, Matagosinha e Maxial, onde serão implementados Condomínios de Aldeia no âmbito do Programa Integrado de Apoio às aldeias localizadas em territórios de floresta.

Da parte da tarde decorrem sessões de sensibilização em Sardoal, para os proprietários de terrenos em zona habitacional nas aldeias de Codes, Portela Selada, Tojeira e Casal Velho. As ações decorrem na sede da junta de freguesia de Alcaravela (15h00) e na junta de freguesia de Santiago de Montalegre (16h30).

Refira-se que o Programa Condomínios de Aldeia tem por objetivo “dar apoio e resiliência às aldeias localizadas em territórios vulneráveis de floresta”, apoiando para tal “um conjunto de ações destinadas a assegurar a alteração do uso e ocupação do solo e a gestão de combustíveis em redor dos aglomerados populacionais”.

Mediante informação da DGT, os Condomínios de Aldeia “incentivam os proprietários a assumir a manutenção dos terrenos garantindo a sua limpeza e promovendo uma ocupação do solo geradora de rendimentos”, uma vez que “têm uma forte componente participativa e de envolvimento da comunidade local, em prol do desenvolvimento económico sustentável destes aglomerados populacionais”.

O “Condomínio de Aldeia — Programa Integrado de Apoio às Aldeias localizadas em territórios de floresta” prevê a promoção da adesão ao programa Aldeia Segura, sensibilizando e formando as comunidades para a gestão dos fogos florestais, nomeadamente na “adoção de medidas preventivas, de mitigação e de pré-supressão, e para a conversão estrutural do território, refletida em paisagens mais diversificadas, com maior valorização dos territórios ocupados por matos e incultos”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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