Projeto comunitário de dança contemporânea “Estação” chega ao Entroncamento. Imagem: CME

O Centro Cultural do Entroncamento recebe em outubro a apresentação pública de “Estação”, um projeto comunitário de dança contemporânea que junta intérpretes com experiência na área e participantes da comunidade. As inscrições, de participação limitada, estão abertas até quinta-feira, 10 de setembro.

A apresentação está marcada para as 18h00 do dia 25 de outubro, num espetáculo inspirado no universo dos comboios enquanto metáfora da vida, da comunidade e das viagens individuais e coletivas.

O projeto parte do comboio enquanto símbolo de movimento e passagem do tempo, mas também de encontros e desencontros, despedidas e momentos que marcam o percurso de cada pessoa.

A criação pretende explorar a ideia de que todos os corpos têm histórias para contar, independentemente da experiência ou formação artística dos participantes. O espetáculo será construído de forma a colocar em palco intérpretes com experiência em dança e elementos da comunidade, valorizando diferentes experiências e formas de movimento.

Para a preparação do espetáculo estão previstos ensaios nos dias 20 e 27 de setembro e 4, 11 e 18 de outubro, entre as 09h00 e as 13h00.

As inscrições, de participação limitada, estão abertas até 10 de setembro, através do endereço de correio eletrónico cultura@cm-entroncamento.pt ou do telefone 249 720 400.

A iniciativa é promovida em parceria com a Es-Passo de Dança e pretende proporcionar à comunidade a oportunidade de integrar um espetáculo de dança contemporânea.

A apresentação pública de “Estação” realiza-se no dia 25 de outubro, às 18h00, no Centro Cultural do Entroncamento.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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