Profissionais do CHMT receberam formação em gestão de catástrofe. Foto: CHMT

Um grupo de três dezenas de profissionais de saúde das três estruturas hospitalares do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) receberam formação pela Academia da Organização Mundial de Saúde (OMS), para aprender a responder de forma eficaz a uma situação de catástrofe de grande escala.

A ação de formação, que abrangeu profissionais das três unidades hospitalares do CHMT (Abrantes, Tomar e Torres Novas) visou ter os profissionais cada vez mais capacitados para responderem a uma calamidade que venha a envolver um grande número de vítimas que necessitem de cuidados hospitalares.

Um grupo de trinta profissionais de saúde do CHMT recebeu três dias de formação intensiva em “Gestão de Incidentes Multivítimas”, pela Academia da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma ação que visa preparar o modo de atual e de gerir um cenário de catástrofe, aumentando a capacidade e velocidade de resposta da instituição, permitindo assim salvar mais vidas num cenário de grande pressão.

Seja um fenómeno natural extremo, uma catástrofe ambiental, um desastre industrial, um acidente de viação de grande escala, um ato de terrorismo, entre tantas outras possibilidades, estes incidentes têm sempre em comum o facto de serem imprevisíveis e gerarem um grande afluxo de vítimas aos hospitais, refere o CHMT, em nota de imprensa. 

Durante os três dias de formação intensiva, o grupo de profissionais do CHMT alterou os circuitos de resposta das três unidades que constituem o CHMT, para reagir a um desastre com múltiplas vítimas, e foram alinhados genericamente novos planos de contingência para situação de catástrofe.

Foram também realizados simulacros, com casos práticos, para avaliar a capacidade de resposta dos profissionais de saúde e a boa aplicação da metodologia de prestação de cuidados em contexto de crise de grande escala.

Profissionais do CHMT recebem formação em gestão de catástrofe. Foto: CHMT

A cuidada preparação e treino das instituições, implícita na formação ministrada pela Academia da OMS, pretende minimizar o risco de colapso, ou a interrupção temporária do atendimento dos serviços. O objetivo desta metodologia é, aliás, permitir um aumento do atendimento de emergência em resposta ao desastre. 

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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