Rogério Alves é natural de Ponte de Sor e licenciado em engenharia civil. Atualmente é vice- presidente da edilidade pontessorense. Créditos: PS

O vice-presidente da Câmara de Ponte de Sor, Rogério Alves, é o candidato do PS ao município nas eleições autárquicas deste ano. O nome de Rogério Alves, engenheiro civil, de 43 anos, foi aprovado por unanimidade na última reunião da Concelhia do PS de Ponte Sor.

“O que me leva a concorrer é o facto de continuar um trabalho, um projeto iniciado há 11 anos por Hugo Hilário (atual presidente do município) e que colocou Ponte de Sor na senda do desenvolvimento sustentado”, disse.

Para o socialista, “é imperativo” dar continuidade a esse projeto, e Rogério Alves considera-se “a pessoa mais bem preparada” para atingir os objetivos.

“Este projeto passa por continuar a dar condições aos jovens de se fixarem em Ponte de Sor, terem mais possibilidade de emprego e emprego qualificado, continuarmos a crescer do ponto de vista socioeconómico, continuarmos a ter respostas sociais adequadas à população”, acrescentou.

Rogério Eduardo Correia Silva Alves é natural de Ponte de Sor e licenciado em engenharia civil, pelo Instituto Superior Técnico. Trabalhou de 2006 a 2012 como engenheiro civil na Construtora Abrantina. Em 2012 entrou para a Câmara para desempenhar as funções de adjunto do presidente.

Atualmente é vice-presidente da edilidade pontessorense, sendo vereador a tempo inteiro com os pelouros do Ambiente, Desporto, Turismo e Obras Públicas.

A Câmara de Ponte de Sor é liderada pelo socialista Hugo Hilário, que está a cumprir o terceiro e último mandato, não podendo recandidatar-se ao cargo devido à lei de limitação de mandatos.

O executivo da Câmara de Ponte de Sor é formado por seis eleitos do PS e um da CDU.

As eleições autárquicas deverão decorrer entre setembro e outubro deste ano.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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