Cláudia Pascoal atua em Ponte de Sor nas festas da cidade. Foto arquivo: Carlos Manuel Martins

As Festas da Cidade de Ponte de Sor começam esta quinta-feira, 8 de julho, e prolongam-se até domingo, com um programa que reúne concertos, animação, gastronomia, artesanato e atividades para todas as idades. A edição deste ano assinala os 41 anos da elevação de Ponte de Sor a cidade e realiza-se, pela primeira vez, no Campo da Restauração, junto aos Paços do Concelho.

Com entrada gratuita, o certame muda-se para um recinto com cerca de três hectares, no centro da cidade, onde decorrerão os espetáculos musicais, o espaço de restauração, a área de artesanato e o já habitual Festival Bolota – Festival de Artes de Rua.

A inauguração oficial está marcada para as 19h30, seguindo-se a atuação da Orquestra Ligeira do Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor. O primeiro grande concerto das festas acontece às 23h00, com Cláudia Pascoal, terminando a noite com o Baile do Zé.

Na quinta-feira, Carolina de Deus sobe ao Palco Cidade, depois da Caminhada da Cidade, do projeto Musicando e do espetáculo Move.Sor. A animação prossegue com o DJ Christian F.

Na sexta-feira, a Banda da Sociedade Filarmónica Galveense abre a programação musical, antecedendo o concerto dos Vizinhos. A noite termina ao som dos DJs Matcho e Poppy.

O sábado fica marcado pelo espetáculo infantil Kiitos & Amigos, pelas iniciativas do Festival Bolota e pela atuação do Coro Gospel de Ponte de Sor. O principal destaque da noite é o concerto de Rui Veloso, seguindo-se os DJs Paulino Coelho e Rasilmar.

O encerramento, no domingo, contará com o XXVIII Encontro de Coros de Ponte de Sor, atuações da Escola de Música de Montargil e da Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor. O concerto de Diogo Piçarra encerra a edição deste ano das Festas da Cidade.

Ao longo dos cinco dias, o recinto acolhe ainda animação permanente, gastronomia, artesanato e atividades para toda a família, num programa que pretende atrair milhares de visitantes ao centro de Ponte de Sor.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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