Praia fluvial do Bostelim, a única praia fluvial do concelho que acumula Bandeira Azul com bandeira Qualidade de Ouro. Fotografia: mediotejo.net

Sábado, dia 23, entre as 17h00 e as 20h00, a praia fluvial do Bostelim, em Vila de Rei, recebe a segunda edição da “Planta Party”, no projeto Fôlego. Este é um ciclo de festas com música onde, por cada bebida consumida no bar, uma árvore é plantada numa área ardida do concelho. O primeiro evento terá como convidado musical a DJ Susana Pereira, aka “A minha vida dava uma banda sonora”, que animará a tarde com sonoridades quentes e mexidas.

Este evento permitiu, em passagem pela praia Fluvial da Aldeia Ruiva, em Proença-a-Nova, no mês passado, a contabilização de 560 bebidas, que irão reverter em 560 árvores plantadas na época baixa, numa região ardida do concelho.

Segundo a organização, entre junho de 2022 e março de 2023, o Fôlego promoverá uma Planta Party em cada município do seu território – Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei – e a plantação das árvores será realizada no Inverno, pela equipa e voluntários locais mobilizados pelo projeto, numa colaboração estreita com cada município.

Planta Party é um evento-assinatura da associação cultural Safari, que visa converter a energia do público e a força das artes em ganhos concretos para o ambiente. Em 2020, o projeto garantiu a plantação de 1000 árvores no Parque Natural Sintra-Cascais como resultado de três festas (janeiro, fevereiro e março), numa parceria com a Câmara Municipal de Cascais.

Neste ciclo do projeto Fôlego, as festas Planta Party saem pela primeira vez de ao pé do mar e reinventam-se nas praias fluviais do Interior, em territórios florestais, prometendo música e banhos de sol durante a tarde, numa iniciativa a reverter a favor do clima e da paisagem.

Mais informação sobre o projeto em http://www.folego.pt/

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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