Pista de Alqueidão recebe mundial de Sidecarcross e nacional de Motocross. Foto: Spilmane/Flicr

Após trinta e um anos de ausência, o campeonato do mundo de Sidecarcross volta a Portugal no sábado e domingo, dias 1 e 2 de abril. A pista de Alqueidão, em Torres Novas, vai acolher a prova internacional em simultâneo com a terceira etapa do campeonato nacional de Motocross onde estarão presentes os melhores pilotos portugueses de MX1 e MX2.

Para este regresso a Federação Internacional de Motociclismo e o promotor do campeonato escolheram um dos mais conceituados crossódromos nacionais – o circuito de Alqueidão, no concelho de Torres Novas, que conta com mais de 40 anos de história no desporto motorizado em Portugal.

O Grande Prémio de Portugal de SidecarCross irá receber os melhores pilotos do Mundo, com equipas de dez países, que irão disputar quatro corridas no próximo fim de semana.

Neste desporto, equipas de dois pilotos em cima de uma moto de três rodas, desafiam as leis da física e lutam pela vitória durante mais de 30 minutos em cada manga, num circuito bastante técnico e conhecido por muitos pela sua espetacularidade.

Esta será a segunda ronda do campeonato mundial, após um inverno de treinos.

Em simultâneo com o Mundial de Sidecarcross disputa-se no domingo, 2 de abril, a terceira etapa do campeonato nacional de Motocross onde estarão presentes os melhores pilotos portugueses de MX1 e MX2, numa ronda que se espera bastante animada e que dará a oportunidade ao público de torcer pelo piloto “da casa”, campeão nacional em título das classes MX1 e Elite, Luís Outeiro.

Luís Outeiro tornou-se no piloto mais jovem de sempre a vencer na Elite em Portugal (Foto de arquivo mediotejo.net)

Os bilhetes estão disponíveis nos balcões da Worten, FNAC, outros postos da Ticketline, online (AQUI) e nos dias 1 e 2 de abril nas bilheteiras do recinto.

c/MotorSport

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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