Piscinas municipais convidam a banhos em Tomar. Foto arquivo: CMT

A Piscina Municipal Vasco Jacob, em Tomar, abre ao público no sábado, 13 de junho, e estará a funcionar todos os dias, das 10h00 às 19h00, durante o Verão, encerrando a época balnear a 13 de setembro.

Localizada numa zona privilegiada da cidade, envolvida em toda uma zona de espaços verdes e perto do parque desportivo bem como da roda do Mouchão. A Piscina Municipal Vasco Jacob engloba dois tanques descobertos; um de crianças e um de adultos. Em redor destes tanques os banhistas desfrutam de um relvado vedado e no exterior da vedação podem usufruir de um espaço de lazer onde se encontram mesas e cadeiras sob uma sombra fresca.

Além das zonas fluviais de Montes e Vila Nova – Serra, ambas com o galardão Qualidade de Ouro da Quercus, Tomar tem mais três zonas fluviais de qualidade superior, em Alqueidão, Alverangel e Bairrada.

Piscinas municipais convidam a banhos em Tomar. Foto: CMT

No caso das piscinas municipais, que funcionam todos os dias até às 19h00 (com saída da água às 18h30), a Câmara de Tomar deu conta que preços mantêm-se inalterados face aos anos anteriores.

À semelhança dos anos anteriores, a autarquia oferece em julho um voucher de entrada gratuita nas piscinas a todos os alunos do Ensino Básico e Secundário, incluindo os da Jardim Escola João de Deus, Escola Profissional de Tomar e Universidade Sénior de Tomar.

A iniciativa visa promover momentos de lazer e bem-estar entre os estudantes do concelho, incentivando também a prática de atividades aquáticas durante o verão.

Piscina Municipal Vasco Jacob, em Tomar. Foto arquivo: CM Tomar

Em relação aos preços, permanecerão inalterados em relação ao ano anterior:
– Crianças até aos 5 anos inclusive (e acompanhados por um adulto) – grátis
– Dos 6 aos 17 anos e maiores de 60 anos – 2,50€
– Entre os 18 e os 59 anos – 3,50€
– Cartões de 10 entradas – 25% de desconto
– Entradas a partir das 15h30 – 25% de desconto
– Aluguer de duas espreguiçadeiras + chapéu de colmo – 4,00€ (dia)

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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