PCP promove debate em Torres Novas sobre respostas de saúde e defesa do SNS. Foto. PCP

A Comissão Concelhia de Torres Novas do PCP promoveu na sexta-feira, 7 de agosto, uma conversa pública sobre a situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e as respostas de saúde necessárias no concelho e na região, que reuniu dezenas de participantes no Jardim da Avenida.

“Defender o SNS! Que respostas de saúde para Torres Novas?” foi o mote da iniciativa, que contou com a participação de Bernardino Soares, membro do Comité Central do PCP, e onde foram abordados problemas relacionados com o acesso aos cuidados de saúde, nomeadamente a falta de profissionais e as dificuldades sentidas nos serviços.

Segundo o PCP, o debate centrou-se também na necessidade de garantir o funcionamento e o reforço das respostas públicas de saúde, defendendo a existência de um SNS público, universal, gratuito no acesso e de qualidade, dotado dos profissionais e meios necessários para responder às necessidades das populações.

Durante a tarde, a Comissão Concelhia de Torres Novas realizou ainda uma ação de contacto com utentes e profissionais de saúde no Hospital de Torres Novas, onde recolheu preocupações e testemunhos relacionados com as dificuldades sentidas no acesso aos cuidados de saúde.

Para o PCP, Torres Novas precisa de “mais profissionais, melhores condições de acesso e respostas de saúde públicas capazes de responder às necessidades da população”, defendendo que é necessário passar das promessas e anúncios à resolução dos problemas concretos.

Em comunicado, a Comissão Concelhia de Torres Novas do PCP afirma que continuará a intervir e a mobilizar em defesa do SNS e do direito à saúde, dando voz às populações e aos trabalhadores e exigindo respostas para os problemas identificados no conc

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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