Vão ser abertos 19 postos de trabalho, referiu Paulo Fonseca Foto: mediotejo.net

O primeiro dia de conferências que marcam a abertura do ano letivo 2017/2017 em Ourém, 6 de setembro, foi dedicado ao pessoal não docente. O presidente da Câmara, Paulo Fonseca, lembrou que há falta de recursos humanos nas escolas e que, ainda assim, o município está acima do indicado por lei. Adiantaria deste modo que será aberto em breve um concurso para contratar 19 pessoas destinadas a cargos não docentes nas escolas.

A falta de recursos humanos marcou o arranque das conferências que abrem o ano letivo em Ourém. Os diretores dos três agrupamentos escolares do município subiram ao palco para falarem sobre os problemas e a necessidade de trabalho de equipa para manter o bom funcionamento das instituições. Conforme frisaram todos, uma escola pode funcionar com a falta de um professor, mas não sem assistentes operacionais e técnicos.

“O pessoal não docente é inferior às nossas necessidades”, comentou Paulo Fonseca, apesar de já se encontrar acima do rácio definido. Será aberto pois, em breve, um concurso para admitir mais 19 funcionários não docentes nas escolas, anunciou.

O presidente da Câmara adiantaria ainda que as obras do no Centro Escolar da Carvoeira deverão arrancar durante o presente ano letivo.

Micaela Durão, diretora do agrupamento de escolas Conde de Ourém, apelou ao trabalho de equipa e à importância do pessoal não docente na formação do aluno. Reconheceu porém que “não é fácil motivar as pessoas com excesso de trabalho”, referindo de seguida o caso da escola de Atouguia.

Mensagem semelhante foi deixada por Sandra Pimentel, diretora do Agrupamento de Escolas de Ourém, e Filipe Baptista, diretor do Agrupamento Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão. Seguiu-se uma palestra sobre mediação de conflitos em contexto escolar.

O concelho de Ourém, segundo informação da Divisão de Educação, possui cerca de 200 funcionários não docentes nas escolas, 168 da Câmara Municipal e 38 da OurémViva.

 

Cláudia Gameiro

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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