assinatura do protolocolo de cooperação entre a Câmara de Ourém e a Fundação Casa de Bragança em junho de 2014. foto Cláudia Gameiro

“Não antevejo qualquer problema” foi o comentário do presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, à questão sobre se a saída de Marcelo Rebelo de Sousa da Fundação Casa de Bragança iria afetar a prometida requalificação do Castelo de Ourém. O projeto aguarda apoios comunitários.

Em 2014 a Câmara de Ourém e a Fundação Casa de Bragança, então presidida por Marcelo Rebelo de Sousa, assinaram dois protocolos, que passaram a gestão do Castelo e dos Paços dos Condes de Ourém para o município. O acordo de cooperação previa, entre outras iniciativas de cariz cultural, um grande restauro da estrutura, para que se valorizasse o seu conteúdo museológico, integrando-o no circuito turístico de Fátima.

O projeto tem estado a aguardar os fundos comunitários e, entretanto, Marcelo Rebelo de Sousa, que deu a cara pela iniciativa em Ourém, saiu da Fundação Casa de Bragança, por incompatibilidade destas funções com as de Presidente da República.

Mas para Paulo Fonseca os acordos existentes são com a Fundação, não antevendo qualquer problema com a uma nova direção da instituição que é dona do Castelo de Ourém.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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