“Não antevejo qualquer problema” foi o comentário do presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, à questão sobre se a saída de Marcelo Rebelo de Sousa da Fundação Casa de Bragança iria afetar a prometida requalificação do Castelo de Ourém. O projeto aguarda apoios comunitários.
Em 2014 a Câmara de Ourém e a Fundação Casa de Bragança, então presidida por Marcelo Rebelo de Sousa, assinaram dois protocolos, que passaram a gestão do Castelo e dos Paços dos Condes de Ourém para o município. O acordo de cooperação previa, entre outras iniciativas de cariz cultural, um grande restauro da estrutura, para que se valorizasse o seu conteúdo museológico, integrando-o no circuito turístico de Fátima.
O projeto tem estado a aguardar os fundos comunitários e, entretanto, Marcelo Rebelo de Sousa, que deu a cara pela iniciativa em Ourém, saiu da Fundação Casa de Bragança, por incompatibilidade destas funções com as de Presidente da República.
Mas para Paulo Fonseca os acordos existentes são com a Fundação, não antevendo qualquer problema com a uma nova direção da instituição que é dona do Castelo de Ourém.
