A laboração da fábrica Sociedade Industrial de Móveis Vilarense tem sido uma queixa constante nas reuniões camarárias da parte de um vizinho, Joaquim Soares, quer pela ampliação da estrutura, que confina com a sua propriedade, quer pelo excesso de ruído que causa fora do horário de trabalho. O novo executivo PSD-CDS já havia passado pelo local, não tendo detetado irregularidades quanto ao som, mas pediu uma análise a uma empresa especializada. O relatório confirmou agora as queixas do morador.

A informação foi apresentada na reunião de câmara de 5 de março, segunda-feira. O município contratou uma empresa que fez três avaliações de ruído ambiental ao local, tendo concluído que não estão a ser cumpridos os limites de ruído. A empresa será agora notificada para que regularize a situação, sob pena de se avançar com um processo crime.

Na mesma reunião foi ainda recusada uma declaração de interesse público municipal à mesma fábrica, mediante um parecer negativo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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