(esq.-dirt) Ricardo Capitão, Luís Albuquerque e Vítor Pascoal Foto: mediotejo.net

O Rally da Vila Medieval de Ourém regressa às estradas do concelho entre os dias 24 e 25 de março. No sábado, 10 de fevereiro, a associação Olival motorizado e o município de Ourém assinaram um protocolo, com financiamento para a prova até 35 mil euros. A competição vai candidatar-se, com a edição deste ano, ao Campeonato de Portugal de Ralis de 2019, razão pela qual o traçado final contará com 162 quilómetros.

Na sua terceira edição, o Rally da Vila Medieval de Ourém começa a ganhar dimensão, sendo já uma competição que integra outras provas nacionais. No sábado, o presidente da Câmara, Luís Albuquerque, elogiou a iniciativa como promotora do concelho, dando a conhecer outros locais para além de Fátima.

Município definiu o apoio ao rally da vila medieval até 35 mil euros Foto: mediotejo.net

Por tal foi elaborado um novo protocolo com a associação Olival motorizado, que definiu de forma mais objetiva o apoio concedido pelo município de Ourém, principal parceiro da prova. “Penso que encontrámos uma plataforma de entendimento equilibrada”, comentou o presidente. O apoio é até 35 mil euros, mediante apresentação de despesas, explicou posteriormente Luís Albuquerque ao mediotejo.net.

A edição deste ano tem um total de 162 quilómetros, com troços que passam pelo Castelo de Ourém, Pegadas dos Dinossáurios e Agroal. Segundo explicou o presidente do Olival motorizado, Ricardo Capitão, o objetivo é candidatar a competição ao Campeonato de Portugal de Ralis de 2019.

O evento continua a ter a sua base no Centro de Negócio de Ourém, onde irá decorrer um desfile de moda, masculina, feminina e infantil, a fim de complementar o entretenimento de quem desejar ir conhecer os veículos ou acompanhar as provas.

O padrinho da edição de 2018 é o piloto de rally, campeão nacional de RGT, Vítor Pascoal.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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