Fracking Foto: D.R.

O tema da extração de gás de xisto na região da Batalha, através da polémica técnica do “fracking”, levou a Câmara de Ourém a pedir um parecer sobre a situação. Na reunião camarária privada de 21 de maio, segunda-feira, ficou decidido comunicar ao Ministério do Ambiente e à Agência Portuguesa do Ambiente que em caso de se avançar com a análise de extração na freguesia de Fátima será requerido um estudo de impacto ambiental.

“No âmbito da Divisão de Ambiente e Sustentabilidade, a Câmara Municipal aprovou o envio de uma informação para a Agência Portuguesa do Ambiente e Ministério do Ambiente a solicitar esclarecimentos sobre a sondagem de prospeção e pesquisa de hidrocarbonetos por métodos convencionais na área de concessão Batalha”, refere o município de Ourém numa nota de imprensa sobre a reunião na sua página de facebook.

Numa reunião informal com jornalistas nesta terça-feira, 22 de maio, o presidente da Câmara, Luís Albuquerque, explicou que se a intenção de prospeção avançar, o município quer ter antes um estudo de impacto ambiental.

O “fracking” é uma técnica de exploração de gás de xisto, um combustível, mediante a fraturação da rocha no subsolo. O perigo encontra-se na utilização de químicos, alguns altamente tóxicos, e na possibilidade de contaminação dos lençóis de água.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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