Foto: União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais

Após um ano de encerramento ao público para obras de reabilitação, o Mercado do Peixe de Freixianda reabre ao público este domingo, dia 16 de fevereiro, às 16:00. A reabilitação do Mercado do Peixe foi uma obra da união de freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, no norte do concelho, num investimento global de 400 mil euros, que contempla ainda a promoção turística da autarquia.

A obra teve por tal o apoio do Turismo de Portugal, com um financiamento de 300 mil euros, e do município de Ourém, em 70.396,42 euros, “o que corresponde a 70% do valor suportado pela união de freguesias”, refere a instituição em nota de imprensa.

O Mercado do Peixe situa-se no centro da vila de Freixianda e “está equipado com mais de três dezenas de bancadas destinadas à realização da feira semanal, que acontece todas as segundas feiras”. “Quatro destas estruturas destinam-se à venda de peixe, auxiliadas por outras quatro bancadas com lava-loiça, sendo as restantes para venda de produtos locais e afins”, adianta a mesma informação.

O espaço ficou preparado para acesso a pessoas com mobilidade reduzida, com casas de banho de apoio e um amplo parque de estacionamento. Ao mesmo tempo, a estrutura passa a ser usada também como espaço multiusos, “assumindo-se como um novo pólo cultural para a comunidade, pois permitirá a realização de vários eventos e espetáculos culturais”.

“Temos vindo a verificar um aumento gradual do turismo no nosso território e com a reabertura de Mercado vai ser possível aos nossos produtores e comerciantes, mostrar e vender o que de melhor se produz nas nossas freguesias! Pretendemos dinamizar a nossa economia, alavancar o emprego local, fixar mais população e, consequentemente aumentar a receita noutras áreas de negócio já existentes. Tudo isto será, sem dúvida, uma grande mais-valia para todos nós e para a divulgação dos nossos produtos e serviços”, afirma em nota de imprensa Abílio Rodrigues, presidente da união de freguesias.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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